Destaque: Prof. Luís Campos no maior palco do Futebol Europeu de clubes
Director Desportivo do PSG na final da Champions este sábado
Natural de Fão, viu o seu contrato renovado até 2030
10 dias antes da grande Final da Liga dos Campeões, que se disputa este sábado, 31 de maio, no Allianz Arena de Munique, entre o Inter de Milão e o Paris SG, o milionário clube francês, renovou até 2030, o contrato com o seu Director Desportivo, o fangueiro Luís Campos.
Depois do sucesso como Observador do Real Madrid de José Mourinho em 2012/2013, como Coordenador Técnico no Mónaco AS entre 2013 e 2016 e posteriormente no LOSC Lille, onde conseguiu que estas equipas quebrassem a hegemonia do milionário PSG, vencendo a Ligue 1, levasse estas equipas á Champions e fizesse grandes "descobertas" de atletas, que renderam milhões aos cofres destes clubes, o Prof. Luís Campos, ingressou no Paris Saint Germain em 2022/2023, ainda como consultor, cargo que exerceu na mesma época no celta de Vigo e Galatasaray da Turquia. Foram 3 épocas excepcionais, em que, o Paris SG, que escolheu o Luís Campos para seu Director Desportivo, conseguiu vencer os 3 campeonatos, as 3 Supertaças, 2 Taças de França e chegou á final da Liga dos Campeões.
Para isso, o grande "connaisseur" do futebol mundial fangueiro, já sem craques como Messi, Neymar ou mais recentemente Mbappé, apostando em jovens jogadores, alguns deles muito pouco conhecidos do futebol da alta roda, entre eles os portugueses Vitinha, Gonçalo Ramos e João Neves ou outros como Barcola, Doué, Kang-in Lee, Kvaratskhelia ou Willian Pancho, que se juntaram a outros craques que tiveram rendimentos como nunca como Donnarumma, Dembelé, Hakimi ou Fabian Ruiz, mostrou todo o seu "Savoir (trés bien) faire".
Sabia-se que vinham chovendo convites de todos os quadrantes e dimensões para Luís Campos, que foi desde logo "agarrado" por Nasser Al-Khelaïfi, dono do QSI, detentor do PSG, que considerou o trabalho do Director Desportivo de Fão fantástico neste 3 anos no clube.
Por isso, muitos fangueiros vão estar a torcer, como milhares de franceses, e penso, que também mais alguns milhares de portugueses, pela vitória do clube da capital francesa, nesta final da Liga dos Campeões, que caso caía para o PSG, será uma conquista inédita do clube, que já havia estado uma vez na final, na altura perdida para o Bayern de Munique (0-1), em 2020.