Destaque: Decretada nova demolição do "Fôjo" em Fão
Município divulgou notificação da APA e família já respondeu nas redes sociais
Está aberta nova polémica, que para já despertou nas redes sociais, com o Município a divulgar uma notificação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), para a demolição do "Fôjo" e annciar uma reunião com a família proprietária e esta, através das filhas do já falecido Sérgio a responder pelos mesmos meios e com bastantes queixas e ataques.
Depois de uma primeira intenção em 2015, para a demolição do Bar "Fôjo", implantado na zona ribeirinha de Fão, perto da ponte e que na altura, com o Sérgio Cardoso, ainda vivo levantou grande polémica, muitos contestatários e apoiantes, que acabou por ser inviabilizada, eis que a Administração da Região Hidrográfica do Norte, mandatada pela APA, torna pública a sua intenção de demolir o famoso bar "Fôjo". Esta intenção ficou conhecida por um edital enviado ao Município, que entretanto o divulgou e acrescentou que "se encontra a diligenciar uma reunião com a família, no sentido de um melhor acompanhamento da situação."
O edital, que poderá ser lido na íntegra na página de Facebook do Município, diz que esta decisão se deve por aquele espaço "ser uma ocupação abusiva de parcela do domínio público e construção ilegal, que se encontra fechado, abandonado, em risco de derrocada e e insalubridade..."
Por outro lado, a família, através ds filhas do Sérgio "do Fôjo" Mónica e Betânia, já veiram responder, no mesmo espaço, com a seguinte introdução :"O Fôjo?Eis a questão!
Porque é que o Fôjo não está aberto? Vai abrir? Quando? Tantas histórias para contar sobre o Fôjo, sobre o Sérgio e sobre Fão, sobre tantas outras terras e tantas outras gentes!
Chegou o dia de vos responder á questão!
Primeiramente,o Fôjo fechou as portas porque o Sérgio de todos e o Sérgio,nosso Pai faleceu! A sua partida foi súbita e a nossa dor agonizante impediu-nos,durante uns meses de reflectir! Logo de seguida,chegou o covid e durante dois anos, interdição de abrir!..."
Seguem-se várias explicações e acusações, que poderá ser visto naquele espaço, que cada um poderá questionar ou avaliar, sendo certo que a APA dá 20 dias para quem se opor áquela demolição o faça por escrito no prazo de 20 dias úteis a partir da data da afixação do edital.
Políticas à parte, estamos certos que teremos mais um episódio que irá fazer "correr muita tinta" e que se espera uma resolução coerente, responsável e justa, se bem que, neste caso não será fácil agradar a "gregos e troianos" e o principal gladiador já cá não está para este combate.