Evocações: Clube Fãozense foi fundado há 123 anos e Amândio Teixeira faleceu há 70
No dia 7 de março de 100, era inauurado em Fão, o edifício do Clube Fãozense, cuja construção foi iniciada em 1897. Também neste dia 7 de março, mas em 1953, falecia Amândio de Oliveira Teixeira, um ilustre e benemérito fangueiro.
O Clube Fãozense, que aprovou os seus Estutos, 10 anos depois, a 6 de março de 1910, reunia os mais ilustres fangueiros e amigos de Fão no início do século passado, onde se incluiam nomes como Joaquim Pinto de Campos, António Veiga, António Vila Chã Pinheiro, Amândio Teixeira, Dr. Manoel Paes, Manuel Magalhães, Dr. Moreira Pinto, entre 55 sócios fundadores, 40 deles a participarem com acções para a construção deste edifício icónico, construído no centro da Vila de Fão e que ao longo décadas, reuniu grandes nomes da história e da vida social fangueira.
Considerado um clube algo elitista, no pós-revolução abriu as suas portas a toda a comunidade, mas também foi perdendo muito da sua identidade e dinamismo.
Nos últimos anos, já na presidência do Dr. Luís Novais, entou ressurgir um pouco para a parte cultural, com algumas iniciativas e com obras de requalificação importantes. Acualmente tem uma Direção Presidida pelo Fernando Soares Pedras, que vem mantendo algumas parcerias, como a AssoBio e o grupo de pedestrianistas "Fão Sempre Abrir", aliado a algumas iniciativas próprias, para tentar manter esta velhinha colectividade viva.
A sua família foi-he seguindo os passos em obras de benfeitorias e caridade em Fão, tendo doado um terreno(cremos que um grande quintal da casa ainda existente) seu à freguesia, onde está implantado o Largo com o nome de Amândio Teixeira.