Apúlia: Grupo Desportivo recebe apoio reforçado do Município para o Campo
O Grupo Desportivo de Apúlia vai receber um apoio suplementar por parte do Município, para a realização das obras de beneficiação do Campo dos Sargaceiros e aquisição dos terrenos envolventes necessários à concretização da intervenção.
Esta decisão, foi tomada já nos finais do passado mês de abril, em reunião do Executivo, tendo sido votado por unanimidade.
Esta deliberação, resulta de uma adenda ao contrato programa de desenvolvimento desportivo, celebrado entre as duas entidades, em 2017.
O protocolo previa a comparticipação, em partes iguais, nas obras e na aquisição dos terrenos, bem como nos encargos com a elaboração do estudo prévio e programa de intervenção, sendo que o custo não deveria ultrapassar o montante global de 250 mil euros. Contudo, após elaborado o estudo prévio e o programa de intervenção, bem como revista a respetiva estimativa orçamental, constatou-se que o valor global da intervenção, com IVA, se eleva a 516 600 euros.
Não tendo o Grupo Desportivo de Apúlia, dono da obra, capacidade financeira para suportar integralmente o acréscimo destes valores, o Município, considerando a importância deste equipamento desportivo para o concelho em geral e para a Vila de Apúlia em particular, entendeu reforçar o apoio, até ao montante máximo de 340 000 euros.
O Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, assinala que “dentro das suas competências e possibilidades, o Município tem garantido apoio aos clubes e associações desportivas do concelho, num contexto de promoção da formação desportiva”.
“O Grupo Desportivo de Apúlia, depois de um período de interregno, reativou a atividade desportiva, envolvendo largo número de atletas, nomeadamente dos escalões de formação. Apesar de não dispor das condições de trabalho ideais, tem desenvolvido um trabalho profícuo e meritório, justificando plenamente o reforço do apoio financeiro para a concretização do projeto de requalificação do complexo desportivo”, afiança o autarca, sustentando que “o Município não podia colocar-se de lado neste processo, porquanto está em causa a atividade/formação desportiva de muitas crianças e jovens”.
Fonte: CME