Fechar

Agosto é por estatuto um mês de grande movimentação de pessoas, de Festas populares, Eventos sociais, muitos casamentos, férias, muitas férias, muito comércio, muito calor e praias e ruas invadidas.
Para os normais residentes os espaços têm elevada concorrência e até para estacionar um carro, a coisa compromete.
Fão, sendo ainda um destino turístico, bastante mirrado no resto do ano, não foge a essa regra do desconforto por invasão da volumetria local e alguns resmungam sempre.
O último mês de Agosto foi bastante mexido e na área de restauração, por exemplo, cheirou a fartote.
Diz-se que cada vez mais a restauração em Fão será um dos poucos investimentos de sucesso e também se diz que a Festa da Cerveja e do Marisco tem tido e terá um papel fundamental nesse crescimento, pelo número de pessoas que movimenta e pela inserção psicológica nos visitantes que nos procuram pela gastronomia.
Curiosamente os Restaurantes que mais investiram neste ano na sua imagem foram os que mais ganharam e os empresários sentiram o prémio para o seu esforço financeiro.
Os largos milhares de pessoas que passam por cá no mês de Agosto são em termos de mercado um ponto forte como oportunidade e deveria ser objecto de estudo específico para a tornar numa mais valia significativa.
Foram 9 dias de Festa com muita gente, muito trabalho associativo e muito proveito. Foram 9 dias de Feira de Artesanato com muito movimento, artesãos satisfeitos e os artistas locais incentivados pelo resultado.
Também a Festa da Senhora da Bonança teve os seus pertences típicos de uma romaria popular, com banda , procissão de andores e muita animação e não morreu a tradição.
Agosto foi assim um mês muito animado.
Curiosamente até a acção política trouxe alegria aos fangueiros, com o Presidente da Câmara a anunciar que a Escola das Pedreiras se manteria aberta por mais 2 anos, e mais importante, até á construção de um novo Centro Escolar que irá acolher todos os alunos da Vila.
Quem apreciou as intervenções públicas do Presidente da Câmara sobre esta situação sente algum regozijo pois sentiu o seu forte empenho e a sua determinação para a construção da nova infraestrutura educativa e só por isso “Pedreiras” valeu a pena e é razão de Festa.