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Festas de Fão 2018: Marchas Luminosas é noite de encantamento

Um nobre ausente (Armando Barbosa), foi a figura mais presente na grande noite das Festas do Senhor Bom Jesus

Aproveitando a colaboração de dois grandes bairristas como são a Célia Lopes e o Francisco Costa, que nos cederam informações e registos fotográficos deste grande evento, que muito orgulha o povo fangueiro, aqui deixamos uma leve descrição dos principais protagonistas das 4 marchas.

E, se logo que o tempo, nos dê alguma aberta, prometemos um novo "post", apenas com mais algumas e belas imagens cedidas pelo amigo Francisco Costa.


Liliana Ferreira, presidente da Comissão de Festas com Célia Lopes, uma excelente e feliz escolha para apresentar esta edição de 2018 do Desfile das Marchas Luminosas.

Na sua introdução ao espectáculo, Célia Lopes começou com: "Não esquecendo o nome de muitos outros fangueiros que já partiram e também muito fizeram pela nossa Terra (Zé Maia, Ernestino Sacramento, Diamantino Santos, Mário Belo, o nosso querido Carlos Palma Rio e tantos mais…), este ano, a Comissão de Festas tem a intenção de Homenagem o nosso querido Armando Barbosa, que nos deixou muito recentemente, no início deste ano de 2018 e que tanto lutou por este bairrismo, que tanto escreveu sobre as nossas vivências e tradições, que tanto viveu, recordou e tanto sentiu saudades do Nosso Fão de antigamente. Para o Nosso Grande Armando Barbosa, pedimos hoje, nesta noite de festa, uma grande salva de palmas."


Como habitualmente, e como forma de respeitar os horários de recolher mais cedo dos pequeninos, a Marcha do Infantário da Santa Casa da Misericórdia de Fão, foi o primeiro a desfilar...uma delícia em tons de rosa e azul bebé e os balões que nos levam ao mundo imaginário das crianças.

Esta Marcha foi constituída por 68 crianças e 19 adultos, tendo como Ensaiadores, toda a equipa educativa. A Costureira responsável foi a Helena Solinho e as letras de António Gomes Morais (A Marcha Certinha) e Célia Lopes (Os pequeninos de Fão).


A Marcha da Associação de Pais da Escola de Fão, foi mais uma vez a mais numerosa com 106 elementos (cerca de 44 pares), ensaiados por Vânia Hipólito Santos, Artur Hipólito e Pedro Miranda.
Teve como Estilista Paula Solinho, que desenhou belos trajes ao encontro do tema do mar, confeccionados por Isaura Almeida e familia, com Piratas e Varinas.
Os temas "As lendas de Fão" e "As lavadeiras de Fão", foram ambas da autoria de Vânia Hipólito Santos.


A Escola Profissional, apresentou-se este ano com um grupo muito alegre, muito bem sincronizados e com os toques bairristas, que a todos surpreendeu, desde dos adereços, à letra da canção "Minha Terra de Encanto", que assentou numa músicas inédita, cujo autor não foi revelado, mas merece os mais rasgados elogios.
A Marcha da EPE era constituída por 49 elementos, alunos do Curso de Técnico Apoio à Infância, ensaiados pelos professores envolvidos Hugo Vieira, Liliana Cruz e Sara Cepa. Costureiras responsáveis foram a Paula Sousa e Maria Antonieta Marques.


A Marcha do Bom Jesus, constituída por 45 elementos (cerca de 17 pares) e tendo como Ensaiador o Armando Solinho, como vem sem habitual encerrou o desfile, com umas varinas se seus pares com um toque urbano, cores do Bom Jesus nos aventais, e uma forte evocação ao Armando Barbosa e seu Bairro do Ramalhão.
"As Lavadeiras de Fão" e "Porque tenho fé em Ti, Óh Meu Bom Jesus de Fão", foram os temas escolhidos, ambos da autoria do Armando Barbosa.
A Costureira responsável pela execução das roupas foi Lurdes Lopes.

Fotos: Francisco Costa .

Jose Belo
josebelo@novofangueiro.com

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