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Moinho de água no Santo António, desconhecido de muitos fangueiros

Um moinho de água de rodízio ou de roda horizontal que existiu a poente da capela de Santo António em Fão, ainda apresenta ruínas com paredes largas em xisto que identificam facilmente o pequeno edifício onde funcionou normalmente até finais do século XIX, com a entrada e saída da água ainda bem definidas como mostra a imagem.

Propriedade então da família Vinhas a quem pertenciam os terrenos , este moinho de água era alimentado por um ribeiro que ainda hoje lá passa e acionava uma roda horizontal em madeira com um veio vertical que colocava em movimento uma mó (mó andadeira) que moía os cereais sobre uma outra chamada de mó dormente.

A roda horizontal era composta por um conjunto de palas dispostas radialmente, as quais recebiam a impulsão do jacto de água que nelas batia.

Ouvimos vários fangueiros com mais de 80 anos e alguns recordam-se de se falar nesse moinho de água mas sem ideias precisas sobre a sua utilização. Foi-nos referido ainda a existência a cerca de 200 metros do local, de ruínas de um moinho de vento que funcionaria nos verões mais secos por falta de água no ribeiro.Também no Caldeirão funcionaram até aos princípios do século passado 2 moinhos de vento.

Em Portugal, a introdução dos moinhos de água deve-se presumivelmente aos Romanos, sendo o moinho de rodízio aquele que mais se difundiu, principalmente nas regiões do norte do país.


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Manuel Vieira
nevieira@novofangueiro.com

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